segunda-feira, 3 de junho de 2013

MARCAS

Esta noite tive um sonho
Acordei muito contente
Pois falava com um anjo
Bem gentil e atraente

Era ele muito meigo
De olhar cheio de luz
Ao lhe perguntar seu nome
Ele disse ser Jesus

Esse anjo com afeto
Falando comigo vai
Seja bem vindo meu filho
A morada de meu pai

Mas jamais acreditava
Ver em sonho o mestre não
No entanto o anjo humilde
Me mostrou a sua mão

Portando nessa mensagem
Digo a que não acredita
Pois não sendo São Tome
O que falo então medita

E do sonho retornando
Em Jesus mais me apego
Pois nas mãos daquele anjo
Vi também marcas de prego

3 comentários:

Antônio Saraiva disse...

Você viu marcas dos pregos
Nas mãos santas de Jesus
Que morreu sacrificado
Num madeiro e não na cruz

Num madeiro sem travessa
Que Jesus foi pendurado
Ele deu sua própria vida
Pra nos resgatar do pecado.

Lindos versos, amigo. Até me deu vontade de escrever uns também! Grande abraço

amapola disse...

Grande poeta... Grande na sua simplicidade... há tanta beleza, ternura, verdade no seu poema... só quem traz Deus na vida pode ver as "MARCAS" do grande sacrifício nas mãos do anjo...
Grata por tanto tempo de amizade sincera...

Antônio Saraiva disse...

VOCÊ VIU MARCAS DE PREGOS

Você viu marcas dos pregos
Nas mãos santas de Jesus
Que morreu sacrificado
Num madeiro e não na cruz

Num madeiro sem travessa
Que Jesus foi pendurado
Ele deu sua própria vida
Pra nos resgatar do pecado.

Quando Deus criou o homem
Ele fez com perfeição
Sua morada era um jardim
E seu nome era Adão

Deu tarefas para ele
E ordens a ser cumpridas
A obediência a tais
Eram garantias de vida

Deus por ser justo e bom
Viu haver necessidade
De prover-lhe uma esposa
Pra aumentar a humanidade

A mulher que Deus lhe deu
Era muito linda e curiosa
E entre o animais criados
Tinha a cobra venenosa

Um certo dia um dos anjos
Uma das serpentes usou
Se aproximou da mulher
E desta maneira falou

É verdade que Deus disse
Que não deveis comer
De uma árvore do jardim
Pra ser feliz e viver?

A mulher lhe respondeu
Foi isso mesmo é verdade
Se nós formos obedientes
Vamos ter felicidade

A serpente invejosa
Então inventou um ardil
Dizendo que não era assim
Pra mulher ela mentiu

A mulher acreditou
E seguiu seu coração
Que está desesperado
Em busca de ilusão

O coração é traiçoeiro
E está desesperado
Do contrário a razão
Nos protege do pecado

Dois humanos perfeitos
Não conheciam a maldade
Por seguirem uma mentira
Desgraçaram a humanidade

Adão homem perfeito
Mas também apaixonado
Pra agradar a sua esposa
Compartilhou do pecado

Daquela hora em diante
Deus viu a necessidade
De prover outro perfeito
Pra salvar a humanidade

Entre os anjos celestiais
Foi Jesus que escolheu
E por meio de uma virgem
Aqui na terra nasceu

Aos trinta anos de idade
A Jeová se apresentou
E por meio de outro homem
Nas águas se batizou

Por três anos ensinou
Os humanos imperfeitos
O que era então correto
E a agirem direito

A justiça é tão perfeita
E a de Deus é sem igual
Por isso foi necessário
Cristo pagar pelo mal

Mas hoje nós os humanos
Temos esta esperança
De ter fé neste arranjo
É de Deus é de confiança!

Antônio T Saraiva