Numa maca fui levado
A sala de cirurgia
Me lembro emocionado
Que senti naquele dia
O meu coração doente
Muito fraco, lesionado
Para não sofrer o infarto
Tinha que ser operado
No entanto então confesso
Mesmo sendo corajoso
Que naquela circunstância
Eu estava receioso
Mais a minha enfermeira
Bem atenta ao que sentia
Me acalmando com jeitinho
Aplicou a anestesia
E na mesa inconciente
Depois de todo entubado
Pelos bons especialistas
Desse mal eu fui curado
Hoje digo agradecido
Operar valeu a pena
Pois prossigo a minha vida
Apesar das três safenas
Caso vá a cirurgia
Lamentar não te convêm
Pois o pai que nos ampara
Não esquece de ninguém
E com essa experiência
A você eu digo agora
Tenha fé e acredita
Ninguem vai antes da hora
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
RETRIBUIÇÃO
Estive um dia doente
Me acolheram com amor
E ao sentir-me curado
Passei a ser servidor
Portanto essa é a mensagem
Na qual a todos convém
Ao receber um auxilio
Retribuir de novo a alguém
Me acolheram com amor
E ao sentir-me curado
Passei a ser servidor
Portanto essa é a mensagem
Na qual a todos convém
Ao receber um auxilio
Retribuir de novo a alguém
CORAÇÃO AMIGO
Porque choras coração
Por favor fala para mim
Se é de dôr ou solidão
Coração não fique assim
Se ela foi pra nunca mais
Coração tem de entender
Quando um amor se vai
Necessário é esquecer
Esquecer que ela existe
Que a você só faz sofrer
Então sendo seu amigo
Também fico a padecer
Então peço coração
Não me faças infeliz
Pois não quero mais chorar
Por que ela não te quiz
E sorrindo aliviado
Aonde for irei contigo
Meu parceiro e camarada
Coração meu velho amigo
Por favor fala para mim
Se é de dôr ou solidão
Coração não fique assim
Se ela foi pra nunca mais
Coração tem de entender
Quando um amor se vai
Necessário é esquecer
Esquecer que ela existe
Que a você só faz sofrer
Então sendo seu amigo
Também fico a padecer
Então peço coração
Não me faças infeliz
Pois não quero mais chorar
Por que ela não te quiz
E sorrindo aliviado
Aonde for irei contigo
Meu parceiro e camarada
Coração meu velho amigo
APROVEITE-AS
Amigo escuta um conselho
Pois nunca falo cascata
Nem tudo que mostra defeito
É realmente sucata
A coisas que estão no lixo
Que não se paga um vintém
Se fossem recuperadas
Serviriam talvez para alguem
Pois nunca falo cascata
Nem tudo que mostra defeito
É realmente sucata
A coisas que estão no lixo
Que não se paga um vintém
Se fossem recuperadas
Serviriam talvez para alguem
O CATADOR DE PAPELÃO
Lá vai ele, lá vai ele
Na avenida e calçadão
Vai puxando seu carrinho
O catador de papelão
E assim vai vasculhando
Cata aqui, cata acolá
Quando alguém dele debocha
Ele enfim deixa pra lá
Ao puxar os seus achados
Leva amor leva esperança
Leva o afeto da familia
Na sua alma de criança
Assim vai cantarolando
Papelão cata feliz
De onde vem essa alegria
Vem da fé contente diz
E seguindo o seu caminho
Tudo a Deus ele agradece
Vai lotando o seu carrinho
Concentrado em uma prece
Finalmente anoitinha
Vende todo papelão
Ao sustento da familia
Compra o leite leva o pão
Na avenida e calçadão
Vai puxando seu carrinho
O catador de papelão
E assim vai vasculhando
Cata aqui, cata acolá
Quando alguém dele debocha
Ele enfim deixa pra lá
Ao puxar os seus achados
Leva amor leva esperança
Leva o afeto da familia
Na sua alma de criança
Assim vai cantarolando
Papelão cata feliz
De onde vem essa alegria
Vem da fé contente diz
E seguindo o seu caminho
Tudo a Deus ele agradece
Vai lotando o seu carrinho
Concentrado em uma prece
Finalmente anoitinha
Vende todo papelão
Ao sustento da familia
Compra o leite leva o pão
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